quinta-feira, março 18, 2010

DICA:APRENDA A TIRAR O PÉ DA EMBREAGEM



Aqui vai uma dica, cujo mau hábito não é privilegio exclusivo das mulheres. Muitos motoristas, de ambos os sexos, e que dirigem há muito tempo, cultivam esse hábito que precisa ser abandonado. (Observe que o pé da foto não parece ser feminino)
Deixar o pé apoiado (descansando) sobre o pedal da embreagem enquanto dirige é muito comum entre os motoristas, e é um hábito um pouco difícil de perder, porém, caso isso não aconteça, pode causar grandes prejuízos para o bolso. A maioria das pessoas desconhece como isso prejudica o conjunto de embreagem.
Ao colocar o pé no pedal, qualquer que seja a pressão exercida, o motorista estará pressionando o diafragma do platô, e acionando o sistema de embreagem. Como a embreagem trabalha com um sistema de alavancas, a mínima pressão do pé no pedal é multiplicada por um peso muito superior sobre o sistema. Isso significa que o disco da embreagem fica permanentemente um pouco afastado do platô, causando superaquecimento e desgaste do disco, provocando “arranhões”, que invariavelmente decretam uma troca prematura do sistema. Em situações extremas, quando o desgaste for muito grande, você poderá acabar ficando no meio do caminho, pois o sistema fica permanentemente acionado e você acelera, acelera, e não sai do lugar.
Os principais sintomas de desgaste no sistema são: A sensação de que o carro “patina” ao arrancar (principalmente em subidas); dificuldades em acionar o pedal, pois se torna mais pesado; “arranhadas na caixa” na troca de marcha; se você tiver ouvidos mais sensíveis, também perceberá ruídos estranhos ao pisar no pedal.

terça-feira, março 16, 2010

MATÉRIA EXIBIDA NO BOM DIA BRASIL,SOBRE RISCAGEM DE PNEUS E SEUS PERIGOS.

Mais um perigo ronda nossas ruas e estradas. O borracheiro oferece e tem gente que aceita. É a riscagem de pneus - que se chama de pneu frisado. Você já ouviu falar disso? Pois fique sabendo que é proibido. Um artifício ilegal que põe em risco a vida de muita gente. O barato pode custar uma vida. É um tipo de prática que enfraquece o pneu e diminui a segurança do carro. Os riscos feitos na borracha deixam o produto usado com aparência de novo. Mas é só aparência...
O serviço é feito com uma máquina aquecida que aprofunda as ranhuras. Em outras borracharias, mais gente admite fazer o serviço conhecido como "riscagem": "Se riscar, não vai dar problema. Um cara compra direto aqui. Só vende pneu riscado aqui", garante um borracheiro. Não existe fiscalização. "O cara risca e deixa zerado. Os guardas passam batido", conta o borracheiro. Um borracheiro diz há quanto tempo risca pneus: "Há 15 anos. Se o cara for comprar é um absurdo. Aqui roda uns 6 mil quilômetros ainda”. O trabalho de riscagem custa entre R$ 30 e R$ 40, quase 10 vezes menos que determinados modelos de pneus novos. “Tem gente com dinheiro, de condomínio, que vem por aqui e manda trocar os quatro”, comenta um funcionário. Mas o especialista da Universidade de Campinas Celso Arruda explica que o aumento das ranhuras diminui a espessura da camada de borracha e expõe parte da estrutura. Uma malha de arame. “Quando chega nessa aramagem, perdeu a sustentação do pneu. A chance de explodir o pneu, por volta da aramagem, é enorme. Basta bater em uma pedrinha, em um buraco ou em uma guia”, alerta. Nossa equipe comprou um pneu riscado. Ele tem aparência de novo e vem inclusive com recibo. Para diferenciar esse produto de outro com boa procedência é preciso estar muito atento aos detalhes. “Não acompanha o desenho original. Existem umas linhas tortuosas, por mais bem que sejam feitas nunca é igual ao pneu que foi fundido em uma máquina”, mostra o engenheiro Celso Arruda. Dar uma aparência de novo a um pneu usado é um artifício que costuma ultrapassar o limite de desgaste do produto. De acordo com a lei, os sulcos não podem ter menos de 1,6 milímetro de profundidade. Na maioria das vezes, o trabalho é feito com pneus quase carecas. Nas operações da Polícia Rodoviária, o motorista flagrado com pneus riscados é autuado. A legislação prevê a retenção do veículo no local da fiscalização. Se não houver a possibilidade de trocar os pneus, o motorista tem o documento do veículo apreendido. Além disso não escapa de uma multa. “É infração grave com multa de R$ 127”, informa o policial rodoviário tenente Fernando Souza. Carlos Guaraldo trabalha com veículos e comprou um carro com pneus riscados. Sofreu um acidente: “O carro perdeu a aderência na curva, rodou e bateu no guardril. Eu sabia que estava riscado, mas ia trocar no outro dia, e não deu tempo”. Quem estiver rodando com pneus "riscados" e for flagrado terá o carro apreendido até que providencie a troca e que risco enorme o motorista corre.

MATÉRIA EXIBIDA NO JORNAL BOM DIA BRASIL DA REDE GLOBO,16/03/2010

FRASE DO DIA

"As pessoas persistentes iniciam o seu sucesso no ponto onde as outras terminam seu fracasso". (Edward Eggleston).


EXTRAIDO DO SITE:http://www.profissionaldesucesso.com.br/

segunda-feira, março 15, 2010

CONTROLE A SUA ANSIEDADE

Irritação, ansiedade, nervosismo, tensão em todos os músculos... Quem nunca passou por momentos como esse? O problema é quando essas situações se tornam freqüentes e chegam a atrapalhar o cotidiano de quem sofre destes problemas. Essas doenças, chamadas de psicossomáticas, podem influenciar na saúde do corpo de uma maneira intensa. As tensões e ansiedades, geralmente são a causa de doenças respiratórias, de pele, circulatórias e gastrointestinais. Entre elas estão: cefaléia, gastrites, úlceras, asma, bronquite, dermatite, acne, eczemas e hipertensão arterial. As pessoas podem desenvolver desde uma simples acne até casos de câncer. E o problema tende a se agravar com o tempo. A psicóloga, Flávia Lima, explica que quando a pessoa começa a sentir incomodada com o próprio nervosismo é hora de procurar ajuda. "O indivíduo tende a buscar um especialista só quando está sentindo mal com a situação", diz.Sem fórmulas mágicas A psicóloga Lagmar Passos afirma que não existem fórmulas mágicas para tratar do nervosismo. "Se a pessoa tem Distmia, a doença do mau-humor, é preciso procurar auxílio de um especialista", explica Lagmar. Se não for a doença, o nervosismo pode ser provocado por uma série de fatores. O psicólogo pode auxiliar na busca de uma solução. Lagmar conta que existem técnicas que podem ajudar nos momentos em que a pessoa está passando por uma crise. "Quando ficamos ansiosos o nível de adrenalina no cérebro fica muito elevado, por isso é importante enviar oxigênio para abaixar a quantidade da substância", completa. Portanto, controlar a respiração nos momentos de irritação é muito importante. "Quando dizem para contar até dez antes de falar alguma coisa quer dizer que é preciso respirar para diminuir o nervosismo", afirma Lagmar. Segundo a psicóloga exercícios como natação, corrida e esportes coletivos ajudam a diminuir a adrenalina. "Técnicas como meditação, yoga ou tai-chi-chuan também são excelentes para controlar o nervosismo", diz. Colocar as emoções para fora A psicóloga Lagmar acredita que quanto menos a pessoa fala sobre seus problemas e angústias, mais ela estará sufocando suas emoções. "Como um copo de água que vai se enchendo até transbordar, as pessoas também precisam extravasar seus sentimentos antes que cheguem ao limite", explica. Quando isso acontece a pessoa explode repentinamente e, algumas vezes, sem um motivo real.


EXTRAIDO DO SITE:WWW.MINHAVIDA.COM.BR

sábado, março 13, 2010

FRASE DO DIA

"Um punhado de paciência vale mais do que um barril de talento. "
(PROVERBIO CHINÊS)


EXTRAIDO DO SITE:http://www.frasesfamosas.com.br/

sexta-feira, março 12, 2010

DICAS DE TRÂNSITO-DIREÇÃO DEFENSIVA

É fácil principalmente para quem mora em cidades grandes flagrar além de absurdos cometidos no trânsito, presenciar acidentes cometidos por diversos fatores, muitos deles por pura negligência.
As estatísticas demonstram que, a cada ano, são centenas de milhares as vítimas de acidentes de trânsito no Brasil. Dentre elas, aproximadamente 50 mil são vítimas fatais, das quais 30 mil morrem no local do acidente. São computados em dezenas de milhares também, os sobreviventes que se tornam inválidos.
Por esse motivo, este artigo servirá para alertar todo o motorista a assumir uma postura defensiva ao guiar um veículo, e muni-lo de informação para a diminuição dessa triste estatística.
O impacto social causado pelas mortes no trânsito é muito intenso, pois a grande maioria das vítimas tem entre 18 e 35 anos e pertence à faixa economicamente mais produtiva e ativa da nossa sociedade.
Quando analisamos as estatísticas envolvendo motos, os números são ainda mais impressionantes. As motos representam aproximadamente 7% da frota brasileira de veículos, mas estão envolvidas em 35% dos acidentes.
Todos nós somos usuários diários do trânsito, seja como passageiros, pedestres ou condutores. Somos responsáveis pelo bem estar desse meio social. Porém, quanto à segurança no trânsito, sem dúvida a maior responsabilidade cabe aos condutores.
Muitos motoristas não têm consciência desta responsabilidade. É comum ouvirmos relatos de acidentes onde o condutor aponta como “culpa” a falta de acostamento, a chuva, um buraco na pista, entre diversos outros fatores.
Após analisar as causas de milhares de acidentes, foi possível chegar às seguintes conclusões:
90% dos acidentes são causados por falhas humanas.
4% são causados por falhas mecânicas.
6% são causados por má condição das vias.
A partir destes dados, verificou-se também que a grande maioria das falhas humanas pode ser evitada, tomando-se alguns cuidados básicos. Esses procedimentos foram analisados e sistematizados: o conjunto destas técnicas recebe o nome de Direção Defensiva para condutores de veículos de quatro rodas e Pilotagem Defensiva para condutores de veículos de duas ou três rodas. A prática desses procedimentos está ao alcance de todos os condutores.
Definição
Dirigir ou Pilotar defensivamente é evitar acidentes ou diminuir as conseqüências de um acidente inevitável, apesar dos erros, das condições adversas e da irresponsabilidade de outros condutores e pedestres.
Desta definição podemos concluir que:
Os acidentes geralmente são causados pela combinação de diversos fatores. O fator mais relevante é chamado de causa principal do acidente. Esse fator pode ser: excesso de velocidade, erros na previsão de ações de outros motoristas, desrespeito à sinalização ou normas de trânsito, negligência na avaliação das condições adversas, falta de habilidade para conduzir com segurança, etc.
O condutor defensivo altera conscientemente o encadeamento dos fatores que resultariam em um acidente. Ele sabe que basta interferir, de forma positiva, em um ou mais destes fatores, para que o acidente não aconteça.
Motorista defensivo é aquele que utiliza constantemente as técnicas de Direção e Pilotagem Defensiva, enquanto dirige seu veículo. Deste modo, ele evita acidentes, tornando assim o trânsito muito mais seguro, para si próprio e para as demais pessoas.
Lembre-se: conhecer as técnicas não basta. É preciso alterar o comportamento, incorporando essas técnicas ao dia-a-dia, reconhecer e abandonar antigos vícios e maus hábitos, de forma a automatizar os procedimentos e as atitudes corretas.
Outra característica importante do condutor defensivo é a de que ele fica satisfeito em evitar o acidente, independente de quem tenha razão ou de quem seja a culpa.
É importante saber que, em qualquer acidente, ocorre pelo menos uma destas três falhas humanas:
Negligência
Imprudência
Imperícia
A negligência pode ser definida como descaso, displicência ou desleixo. Muitos acidentes e mortes são causados por negligência:
Do órgão com jurisdição sobre a via, quando deixa de fazer a manutenção e instalar ou reparar a sinalização.
Do proprietário do veículo, quando permite que condutores não habilitados ou sem condições de dirigir conduzam seu veículo.
Do condutor, quando insiste em conduzir um veículo mal conservado ou fora dos padrões de segurança.
Do condutor, quando não obedece às leis de trânsito e não pratica as técnicas de Direção ou Pilotagem Defensiva.
A imprudência, elemento de presença constante no trânsito brasileiro, o motorista imprudente é aquele que:
Expõe a si próprio e às demais pessoas a riscos desnecessários, sem medir as conseqüências.
Mesmo percebendo a precariedade de sinalização e conservação de uma via, continua conduzindo com velocidade incompatível.
Dirige perigosamente, sem levar em consideração condições adversas existentes no momento em que trafega.
A imperícia ou falta de habilidade é uma importante causa de acidentes. Geralmente é proveniente de má formação ou treinamento inadequado do condutor que:
Não está suficientemente capacitado ou familiarizado para usar determinado tipo de veículo.
Não sabe o que fazer ou tem reações impróprias frente a situações adversas.
Não sabe como agir em situações de emergência.
Agora você já sabe, não entre nos 90% das estatísticas, seja prudente, consciente e defensivo na direção.
ESTRAIDO SITE:http:www.streetsampa.com.br

FRASE DO DIA

"A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido. Não na vitória propriamente dita."(Mahatma Gandhi)

terça-feira, março 09, 2010

FRASE DO DIA

"É um erro confundir o 'desejar' com o 'querer'. O desejo mede os obstáculos, a vontade os vence."

PILOTO PROFISSIONAL TAMBÉM SOFRE COM BALIZAS

Da Redação, com informações do Jornal da Band
esporte@eband.com.br


Desde os 8 anos, Bia Figueiredo assumiu o automobilismo como estilo de vida e agora, com 17 anos de carreira, já tem dezenas e dezenas de troféus. A piloto percorreu o circuito da São Paulo Indy 300 como motorista comum, e contou como ela dirige no trânsito.Apesar de pilotar a mais de 300 km/h na Fórmula Indy, Bia já foi xingada no trânsito de São Paulo. "´Tinha que ser mulher, vai pilotar fogão!`. Isso é normal, as pessoas são muito estressadas em São Paulo", conta a piloto.Na hora de dirigir, namorados e amigos querem aprender com ela. Alguns até pedem que ela corra, mas acabam se frustrando porque a piloto é bem diferente da motorista comum. Outros aproveitam para fazer piada com a diferença de postura nos dois ambientes.Bia revela que o seu único defeito é a baliza e confessa que até já bateu fazendo uma. “Gente, eu sou piloto, não sou manobrista”, brinca.

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