sexta-feira, novembro 19, 2010

Dirigindo, Independente e Feliz

Eu tirei a habilitação a 3 anos, mas não peguei o carro, não tinha noção de carro, realmente eu sabia nada.Quando comecei a dirigir, não passava da 2ª marcha, vim descobrir o que realmente era dirigir aqui na Dirigindo Bem.
Hoje dirijo sozinha, a sensação é muito boa, me sinto uma heroína; achava que nunca ia conseguir. Agora tenho consciência de que posso dirigir em uma avenida, estrada, estou mais segura graças ao Dirigindo Bem me sinto preparada.
O maior desafio superado foi de perder o Medo, para poder chegar em algum lugar tem que ter auto-confiança, acreditar em você mesma.

A maior conquista superada, o meu maior premio foi de me tornar Independente, vencer o Medo e acreditar em mim; me dediquei muito.

Nas primeiras dez aulas eu estava desanimada, não acreditava que conseguiria, porém minha força de vontade e ter a equipe de instrutores e psicóloga acreditando que conseguiria me deu força para prosseguir. E superei (Medo).

Dica

Se você tem medo de dirigir acredite em você e procure a Dirigindo Bem, me fizeram acreditar em mim e hoje estou Super Feliz e Dirigindo.

Arlete Santana
gerente Loja

segunda-feira, novembro 01, 2010

Dilma Vana Roussef 1ªmulher eleita presidente do Brasil.


Dilma é a primeira mulher presidente do Brasil


Dilma Vana Rousseff (PT), em pronunciamento oficial após a vitória na eleição, destacou neste domingo o fato de ser a primeira mulher eleita presidente do Brasil, uma "demonstração do avanço democrático do país". No discurso, disse que "gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: Sim, a mulher pode."

A presidente eleita enfatizou que "a igualdade de oportunidade entre homens e mulheres é um princípio essencial da democracia" e prometeu respeitar a Constituição. "Vou zelar pela a mais ampla liberdade de imprensa e pela mais ampla liberdade de culto."

Dilma também disse que manterá "responsabilidade" na economia, ressaltando o controle de gastos. Mas já acenou que a austeridade fiscal não se estenderá a programas sociais. A presidente eleita reafirmou a promessa de erradicar a miséria no país.

O candidato derrotado ao Planalto, o tucano José Serra, reconheceu a vitória de Dilma somente após o pronunciamento da petista. "Nós recebemos com humildade o resultado”, disse, afirmando esperar que “Dilma sirva bem” o país. No entanto, o tucano sinalizou que fará oposição dura ao próximo governo e deixou em aberto a possibilidade de tentar disputar a Presidência pela terceira vez.

"A luta continua", disse Serra, que encerrou seu discurso com o último verso do Hino Nacional, acompanhado por militantes tucanos.


O TSE anunciou a vitória de Dilma às 20h13. Com 99,99% das urnas apuradas, às 10h43 desta manhã, Dilma tinha 55,75 milhões de votos, com 56,05% do total, enquanto Serra contabilizava 43,70 milhões de votos (43,95%).


Na sexta eleição presidencial direta desde a redemocratização, mais de 135 milhões de brasileiros estavam aptos a votar, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Oito estados, além do Distrito Federal, também votaram para governador em segundo turno: Alagoas, Amapá, Goiás, Pará, Paraíba, Piauí, Rondônia e Roraima. A abstenção ficou em torno de 20%.



Perfil
Economista, ligada à área de energia, Dilma foi servidora pública no Rio Grande do Sul, e construiu sua carreira política no PDT, inspirada por Leonel Brizola. Passou a integrar os quadros do Partido dos Trabalhadores somente em 2001. Foi graças a Lula que experimentou uma ascensão na vida política. Primeiro como ministra de Minas e Energia, depois como “gerentona” do presidente, no cargo de ministra-chefe da Casa Civil. (Veja a biografia de Dilma)

Dilma chegou à pasta mais importante do governo em plena turbulência causada pelo escândalo do mensalão. Teve a responsabilidade de substituir José Dirceu, acusado pelo Ministério Público de ser o chefe do esquema que irrigou partidos aliados com recursos de caixa dois.

Até então, Dilma era uma técnica com conhecimento no setor energético e experiência no governo do Rio Grande do Sul. Na Casa Civil, assumiu o papel de articuladora do ministério, consolidando a fama de dura, ao cobrar prazos e resultados em um amplo leque de assuntos – de política econômica a licenças ambientais.
Em 31 de março deste ano, Dilma deixou a Casa Civil para entrar na pré-campanha, enfrentando então o favoritismo de José Serra (PSDB). A ex-ministra cresceu nas pesquisas e chegou a ter mais de 50% dos votos válidos em todas elas, mas começou a oscilar negativamente dias antes do primeiro turno, após a revelação dos escândalos de corrupção na Casa Civil e da entrada do tema do aborto na campanha.

Logo no primeiro debate do segundo turno, a petista mudou a estratégia de campanha reagiu com maior firmeza aos ataques que vinha sofrendo e contra-atacou Serra. A partir de então, a diferença entre ela e o tucano inverteu a queda e passou a crescer.

Baixaria na campanha
A tensão que marcou a campanha desde o início se intensificou nas últimas semanas. No Rio de Janeiro, Serra teria sido acertado na cabeça por dois objetos – uma bolinha de papel e um rolo de fita. Em Curitiba, Dilma foi alvo de balões d’água. Os próprios candidatos contribuíram para isso. Nos debates, Dilma e Serra trocaram insultos. Nos programas eleitorais, preocuparam-se mais em passar uma imagem “do bem” a apresentar propostas de governos.

A baixaria foi ainda mais marcante na internet, principalmente com correntes de e-mails que continham calúnias contra Dilma. Questões como a legalização do aborto e do casamento entre homossexuais foram exploradas à exaustão em e-mails apócrifos enviados a eleitores com a afirmativa de que Dilma pretendia trilhar este caminho. A chamada campanha subterrânea acendeu o alerta da Igreja Católica e de lideranças evangélicas. Até o Papa Bento16 apareceu nos últimos dias de campanha, sugerindo que os eleitores deveriam optar por candidatos que defendessem a vida.

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